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Implantologia

Em que consiste o tratamento com implantes ?

Em termos gerais, inclui quatro fases: A fase de planificação, a fase cirúrgica, a fase restauradora e a fase de manutenção.

1. A fase de planificação poderá ser mais ou menos complexa dependendo da sua situação inicial. No entanto, e em termos gerais, implica o estudo do seu caso (exame clínico e radiográfico), bem como a realização de outros tratamentos dentários para conseguir alcançar uma Boa Saúde Oral, prévia ao tratamento com implantes.

2. A fase cirúrgica implica a realização de uma cirurgia com vista à colocação do implante (raiz artificial) em contacto directo com o osso. Pode acontecer que haja a necessidade de realizar outras cirurgias dependendo do caso clínico. Estas situações clínicas são específicas dos casos onde existe uma limitação em termos de quantidade de osso, o que obriga a procedimentos cirúrgicos prévios para obtê-lo.

3. A fase restauradora pode ser realizada no mesmo dia da cirurgia ou até 6 meses após a mesma, dependendo do caso clínico. Consiste num conjunto de procedimentos necessários à confecção da prótese a colocar sobre os implantes. Este conjunto de procedimentos pode implicar várias consultas, tentando conseguir alcançar uma função e estética adequadas a cada caso clínico.

4. A fase de manutenção é talvez a mais importante de todo o tratamento porque é aquela que permite que tudo o que até aqui foi realizado se mantenha em saúde ao longo da vida. Não se pense que uma vez terminada a fase restauradora o tratamento está terminado. Na verdade, é a partir daqui e dos cuidados de higiene oral realizados pelo paciente e pelo Médico Dentista que vai depender a duração e qualidade do tratamento realizado. Existem protocolos específicos bem documentados.

1.O que são os Implantes dentários?

São “raízes artificiais” em titânio, utilizadas para substituir os dentes ausentes ou perdidos com o objectivo de suportar uma coroa e /ou prótese.

2.Como se liga um implante ao osso?

Os implantes estabelecem, uma vez colocados em contacto com o osso, uma união biológica com o mesmo, perfeitamente saudável e estável.

3. São sempre a melhor solução quando falta um dente?

Os implantes devem ser entendidos como mais uma alternativa de tratamento para substituir dentes perdidos. Juntamente com os implantes existem outras opções, tais como as próteses removíveis e as próteses fixas. Contudo, constituem geralmente a opção terapêutica que permite uma reabilitação oral que mais se aproxima da dentição natural em termos fisiológicos e de conforto pelo que nos dias de hoje é a melhor opção.

4.E quando faltam vários ou todos os dentes?

Da mesma forma que quando falta um dente, existem outras alternativas atrás referenciadas. Cada qual tem as suas indicações, contra-indicações, vantagens e desvantagens.

5. Como posso saber a melhor solução para o meu caso?

Deverá informar-se junto do seu Médico Dentista que estará perfeitamente habilitado a realizar o diagnóstico e a explicar-lhe as alternativas de tratamento que melhor se adequam ao seu caso clínico.

6.Os tratamentos com implantes provocam dor?

Os procedimentos cirúrgicos associados ao tratamento com implantes estão perfeitamente protocolados e a maioria das situações não implica qualquer tipo de incómodo e/ou dor. É um procedimento realizado, mediante anestesia local, tal como a maioria dos outros tratamentos dentários. No pós-operatório poderá haver um ligeiro incómodo, uma pequena inflamação e edema da área onde se realizou a cirurgia. Em casos muito excepcionais, estes sintomas poderão ser mais acentuados. O seu Médico Dentista poderá, nas situações que julgue necessárias, receitar-lhe medicação para obviar os incómodos.

7.Os implantes e outras patologias de saúde geral

O tratamento com implantes pode ser realizado em pacientes diabéticos desde que controlados do ponto de vista metabólico.
Em mulheres com osteoporose o tratamento também pode ser realizado podendo, no entanto, ser alvo de uma planificação específica. No caso de estar a tomar algum medicamento que interfira com os níveis de coagulação e de agregação plaquetária deverá informar o seu Médico Dentista, já que poderá haver a necessidade de proceder à alteração da medicação, antes da colocação dos implantes.

8.O tabaco é um factor de risco real de fracasso?

O tabaco diminui a vascularização do osso e da gengiva, atrasa os processos de cicatrização, aumentando o risco de infecções. Está claramente provado na literatura científica que os implantes em pacientes que fumam apresentam uma maior taxa de insucesso.

9.E Agora, depois de ter implante, que alterações podem apresentar?

Em termos funcionais os implantes comportam-se como dentes naturais, ou seja, as pessoas que os têm não os sentem como um corpo estranho. Existem no entanto, casos específicos que, dependendo do tipo de prótese que se coloque (próteses removíveis sobre implantes sobre dentaduras ) os pacientes sentem um certo grau de movimento da mesma, o que é perfeitamente natural. No entanto, esse movimento é sempre inferior ao de uma prótese removível convencional. Em termos de ritmo de vida poderá fazer o que sempre fez mas com mais qualidade, na medida em que, em termos de mastigação e estética, estará melhor. Deverá, no entanto, ter em atenção que a duração a longo prazo destes tratamentos depende dos níveis de higiene oral e dos hábitos tabágicos.

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